A sala dos grandes encontros de amigos do radio

SALA BAURU

 

CONFERêNCIA FALCOES BAURU

 

A sala Bauru desde o dia 9 de outubro do ano de 2014, as 18 horas depois de muitas lutas e com a ajuda de muitos amigos abnegados conseguiu uma conferência passando a se chamar  CONFERÊNCIA FALCÓES-BAURU.

Isso foi devido a lutas de muitos colegas, como o Nilson o Ramon e muitos outros amigos.

Gostaria de agradecer a todos que compartilharam comigo durante este ano as discuçoes aulas, qsos e muitos outros assuntos.

Durante esse periodo enfrentamos muitos problemas, mas tambem tivemos muitas alegrias.

A Sala Bauru agora ficou mais forte, pujante mas mantem a sua escencia que é o carinho, o respeito e a amizade entre todos que participam dela, por essee motico a conferência falcões na cortezia de nosso amigo e colega Jurandir Ribeiro PU2UKA irá sortear entre as pessoas que  participam da conferência um radio Yaesu ft 1900  semi novo, mas de muito pouco uso ainda na caixa com cabos e manual original

Agradeço a todos que teem dado força para o crecimento e desencolvimento da conferência falcões de Bauru

PU2LYZ

SEBASTIAO FERREIRA MELLO

 

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Site lançado

O site visa informar aos interessados  sobre os planos da sala bauru para o futuro

 

 
Sassá Guarani Kaiowá Tupinambá 
Curvatura da Terra

PARA OS RADIOAMADORES E RADIO CIDADÃO

Vencendo a Curvatura da Terra

A comunicação por meio de radiofrequência é um meio muito seguro, tanto que ainda hoje as forças armadas dos países usam esta tecnologia, que já completou seu primeiro século de existência. O segmento que mais faz uso das frequências de rádio para se comunicar é de radioamadores. Existentes em todos países do mundo, os radioamadores são responsáveis pela maioria dos contatos internacionais, os chamados DX e uma estimativa de 50% dos contatos locais, contribuem ainda para as descobertas de novas tecnologias de radiofrequência. Mas não é tão fácil como algumas pessoas leigas no assunto imaginam. Para conseguir alcançar os pontos mais distantes, os operadores de estação de radioamador devem ter conhecimentos técnicos e não basta apenas conhecer eletricidade, eletrônica e montagem de antenas. Os radioamadores que queiram atingir pontos mais distantes devem obter conhecimentos básicos em astronomia, geofisica, topografia e lógico, matemática, que está presente na vida de todos radioamadores.

São várias influencias que possibilitam ou inviabilizam uma comunicação, que varia desde atividades e ciclos solares, as chuvas, tipo de solo, georeferencia e topografia do local da estação que transmite e que recebe o sinal. As Variáveis técnicas da estação podemos ter total controle, como altura da antena, tamanho, potência da estação, qualidade da linha de transmissão etc. Já as variáveis climáticas, geofísicas e astronômicas não podemos dominar. O máximo que conseguimos é conhecer e compreender estes fenômenos, assim eles passam a ser aliados daqueles que querem alcançar as estações mais remotas.

Todos estas variaveis intervem na propagação das ondas eletromagnéticas. Facilitando ou dificultando o contato. Para entender melhor a propagação, podemos imaginar um quintal com uma parede no meio, e a gente usando uma lanterna ou lampião iluminar de um lado da parede. Se quisermos iluminar o solo do outro lado da parede, temos que levantar a lanterna ou o lampião. Chegaremos a um limite de altura e o solo do outro lado não estará todo iluminado. Agora imagine um espelho no alto, você aponta o foco de luz para o espelho e vence o obstáculo da parede com mais facilidade, não precisando de tanta altura e se imaginarmos um espelho no solo, poderiamos ter mais paredes além da que está a nossa frente. Assim a luz reflete no espelho do chão e no espelho suspenso. Assim é a propagação das ondas eletromagnéticas. Elas propagam em linha reta, como a luz. O espelho suspenso representa a ionosfera e os do solo representam o próprio solo, a Terra e as águas. A Parede representa a curvatura da Terra, que é o que nos importa agora.

Se a Terra fosse uma esfera ideal, como uma bola de futebol seria bem mais fácil calcularmos sua curvatura. Se ela fosse uma elipse perfeita também seria fácil determinar sua curvatura. Mas este planeta não tem a forma de uma bola de bilhar e nem a de um ovo de ema. A Terra apresenta diversas irregularidades em sua superfície, a deixando mais interessante para os amantes de grandes desafios. É tão variada as topografias do planeta, que se não fosse a água dos oceanos para dar a forma elíptica ao planeta, ele seria muito difícil de ser representado graficamente. Isso mesmo, é a água dos oceanos e mares que imprimi a forma arredondada da Terra.

Durante séculos essa questão vem queimando neurônios de cientistas profissionais e amadores no mundo todo e até hoje, não chegaram a uma fórmula única e nem vai chegar. A Geodésia, nome da ciência que faz estudos sobre a superfície da Terra ainda hoje é muito diversa e há muito a ser discutido e descoberto. Um bom campo para tirar algumas horas dos aficionados pela radiofrequência, como nós radioamadores. Além de ser de fundamental importância para o hobby.

Alguns operadores de estação devem estar se perguntando “pra que saber a curvatura da Terra, se eu já faço DX em HF utilizando a reflexão ionosférica?”, mas o estudo da curvatura da Terra não serve apenas para “irmos mais longe”, mas serve também para determinarmos “para onde ir”, mas isso eu tratarei em outra oportunidade, quando voltarei a tratar da forma de “nossa morada”.

Então, podemos calcular apenas uma curvatura ideal da Terra e não um curvatura real. Ou melhor, para cada região da Terra e para cada segmento de reta ou semirreta ou se preferirem, para cada linha que una dois pontos, há uma fórmula diferente para fazer o calculo de curvatura, pois cada região apresenta variáveis diversificadas entre si. No entanto, podemos realizar um calculo para nos ajudar a dimensionar a linha de transmissão, alturas das torre e antena, para que nosso alcance local seja ampliado e ou para podermos contatar uma estação determinada, por exemplo, minha casa fica cerca de 50km de distância, em linha reta, da casa de meu irmão, PU2OAG / PX2K0000, queremos saber se nossa estação estaria em pontos visíveis uma a outra ou a visão já sofre obstrução da curvatura da Terra, além de morros e colunas gigantes de prédios e utilizando a faixa de VHF de 2m para nos comunicar. Como calcular a altura da nossa antena? A estação de meu irmão está localizada na zona leste de São Paulo, com uma altitude de 735 metros e a minha estação está na zona sul, altitude 803 metros. O ponto mais alto entre as duas estação é em Artur Alvim, com 820 metros de altitude, sendo o segundo ponto mais alto a cabeceira do aeroporto de Congonhas, com 798 metros. Se a Terra fosse um plano, como um disco de vinil, consideranto apenas os obstáculos topograficos, 15 metros de antena em cada estação já seria suficiente. Mas a Terra tem uma curvatura, para deixar nosso hobby ainda mais emocionante.

Que a Terra é redonda, ninguém discorda, e basta olhar para o horizonte para constatar isso, veremos a curvatura da Térra. Mas como saber se nossas antenas se “enxergam”? Como disse antes, não basta saber a curvatura da Terra, temos que saber também a topologia e outros obstacúlos possíveis, como por exemplo as edificações entre as duas estações. Pude auferir a altitude com a ajuda do Google Earth (Terra), não sei a altura dos prédios, principalmente os que estão nos dois pontos mais elevados citados acima. Podemos fazer este calculo, desconsiderando as variáveis das construções utilizando a seguinte fórmula: D= 4,12*√(h1+h2), onde D é a distância em Km entre as duas estações e h1 e h2 é a altura das antenas TX e RX e 4,12 é a constante do diâmetro da Terra. Supomos que cada uma das antenas tenham 40 m de altura do solo, assim, temos:

D= 4,12*√(40+40)
D = 52 km

Neste caso, as antenas estão visíveis uma para a outra, possibilitando a comunicação na faixa de VHF com 2 metros de onda. Para os 50 km, cada antena pode ter 38 metros de altura.

 

por
PU2VJI
PX2Z5116

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